Justificativa

A realidade escolar brasileira dos últimos anos vem se transformando a partir da criação da SECADI (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão). Trata-se de um avanço sem precedentes se tomarmos a realidade escolar brasileira de períodos anteriores. São diferentes ações e responsabilidades definidas pelo Ministério da Educação e que vem sendo desenvolvidas e sedimentadas nos diferentes níveis de formação escolar, da educação básica ao ensino superior, assim como demais espaços e universos sociais, como é o caso da educação em Direitos Humanos, política definida de forma ampla e não apenas em espaços de formação escolar.


A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) foi elaborada segundo os preceitos de uma escola em que cada aluno tem a possibilidade de aprender, a partir de sua identidade, aptidões e capacidades, e encaminha, como princípio, que o conhecimento se construa sem resistência ou submissão ao que é selecionado para compor o currículo, mas de forma dinâmica e criativa a fim contemplar a diversidade dos estudantes.

Sinalizando um novo conceito de educação especial, a Política enseja novas práticas de ensino, com vistas a atender as especificidades dos estudantes que constituem seu público alvo e garante o direito à educação a todos. Aponta para a necessidade de se subverter a hegemonia de uma cultura escolar segregadora, ao reinventar seus princípios e práticas escolares.


É desta perspectiva que a FEUC se dedica a essa reflexão na XIII Jornada de Educação da FEUC.